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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Castelo de Terena

38°37'17.57"N
38°37'17.57"N
São Pedro, Alandroal
A origem do Castelo de Terena remonta ao século XIII, altura em que o Alto Guadiana marcava a fronteira. Outros autores apontam a sua construção apenas no século XV, depois da doação da vila de Terena à Ordem de São Bento de Avis, altura em que pode ter sido feita uma renovação de uma estrutura anterior. No entanto sabe-se que em 1380 já existia uma fortificação e respectiva barbacã. O castelo foi alvo de obras no século XVI, altura em que era alcaide Nuno Martins da Silveira. O castelo apresenta planta pentagonal com quatro torres disposta assimetricamente. A torre de menagem de planta quadrangular com dois pisos. Na sequência do grande terramoto de 1755 foram registados alguns estragos. Em 1937, o castelo foi alvo de obras de consolidação.


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sábado, 19 de outubro de 2013

Forte de São Francisco Xavier

41°10'7.03"N
8°41'23.81"W
Nevogilde, Porto
O Forte de São Francisco Xavier, popularmente conhecido por Castelo do Queijo, foi construído no século XVII com o objectivo de proteger a costa a Norte da foz do Douro contra os piratas do Norte de África. A designação Castelo do Queijo deve-se, segundo a tradição, ao facto de ter sido edificado sobre uma rocha de granito arredondada e com um formato similar ao de um queijo. O forte apresenta planta trapezoidal, com muralhas rodeadas por um fosso. No seu interior foi edificada a Casa do Governador e as casernas. Actualmente no seu interior funciona um espaço cultural e museológico, acolhendo um museu histórico-militar.


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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Castelo de Belmonte

40°21'33.36"N
7°20'52.70"W
Belmonte, Belmonte
O Castelo de Belmonte fica localizado num cabeço à cota 615 num ponto privilegiado sobre o vale do rio Zêzere. Construído durante o reinado de D. Sancho I, o castelo perdeu importância com a assinatura do Tratado de Alcañices e consequente avanço da fronteira. Em 1466, o castelo é doado a Fernão Cabral e a residência desta família é transferida para o seu interior. Aqui terá nascido Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil. Do castelo de estilo românico, destaca-se a torre de menagem construída durante o reinado de D. Dinis. A janela manuelina foi construída na sequência das obras de construção do paço dos Cabrais.


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sábado, 12 de outubro de 2013

Igreja de Santa Maria do Castelo

39°14'35.03"N
9°18'56.11"W
Lourinhã, Lourinhã
A Igreja de Santa Maria do Castelo, Matriz de Lourinhã remonta à segunda metade do século XIV. Trata-se de um monumento gótico, composto por nave central, duas laterais e uma abside poligonal. Sobre a porta principal é possível admirar uma bela rosácea. No interior, destaca-se a pia baptismal de forma poligonal oitavada, com duas cruzes em círculo e uma estrela de cinco pontas gravadas nas suas faces. Foi classificada como Monumento Nacional em 1922.


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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Castelo de Santigo do Cacém

38°0'51.65"N
8°41'54.02"W
Santiago do Cacém, Santiago do Cacém
A origem do Castelo de Santiago do Cacém remonta ao período de ocupação muçulmana. O castelo foi conquistado por D. Afonso Henriques em 1158, tendo sido entregue à Ordem de Cristo. Em 1186 é doado à Ordem de Santiago. Em 1190, o califa almóada Al-Mansur reconquista o castelo mas 27 anos depois volta para domínio português. Em 1310 o castelo é cedido à princesa bizantina D. Vataça Lascaris, voltando para a posse da Ordem de Santiago depois da morte da princesa em 1336. Durante a crise de 1383-1385 o castelo esteve na posse de tropas castelhanas tendo sido reconquistado pelas tropas de D. Nuno Álvares Pereira. A partir do século XVI, o castelo perde importância começando a degradar-se. Em 1838, a Câmara Municipal instala no seu interior o cemitério municipal. Em 1910 foi classificado Monumento Nacional. Na década de 1930 o castelo foi alvo de obras de recuperação.


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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Castelo Melhor

41°1'22.28"N
7°4'0.13"W
Castelo Melhor, Vila Nova de Foz Côa
O Castelo Melhor foi construído no início do século XIII por ordem de Afonso VII de Leão, com objectivo de fortalecer a linha de Riba-Côa. Com a assinatura do Tratado de Alcanices, em 1297, o castelo passou para o reino de Portugal. Ainda durante o reinado de D. Dinis e depois no reinado de D. Fernando, o castelo sofreu algumas obras de beneficiação. Apesar de ter ganho alguma importância no que respeita a administração local, o castelo perde importância militar e entra em ruína, condição como nos chega até hoje.


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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Castelo de Alcoutim

37°28'13.67"N
7°28'19.05"W
Alcoutim, Alcoutim
A vila de Alcoutim foi reconquistada aos mouros em 1240, durante o reinado de D. Sancho II, mas foi só durante o reinado de D. Dinis que esta recebeu foral. Foi durante o reinado deste monarca que o Castelo de Alcoutim foi construído, num local já fortificado desde da Idade do Ferro. Estava inicialmente sob alçada da Ordem de São Tiago. A 31 de Março de 1371 celebra-se no castelo de Alcoutim o Tratado de Paz de Alcoutim entre D. Fernando de Portugal e D. Henrique de Castela. Durante a Guerra da Restauração de Independência, o castelo sofre obras de remodelação passando a poder receber até sete peças de artilharia. A partir de 1878, o recinto passou a ser usado como mercado de carnes. Actualmente é possível visitar no seu interior um núcleo museológico.


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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Castelo de Campo Maior

39°0'39.25"N
7°4'18.12"W
São João Baptista e Nossa Senhora da Expectação, Campo Maior
A vila de Campo Maior ficou definitivamente integrada em território português com a assinatura do Tratado de Alcanices, em 1297. Em 1310, D. Dinis concedia foral à vila e ordenava a construção de um castelo. Durante os reinados de D. João II e de D. Manuel, nos finais do século XV e início do século XVI, o castelo sofreu obras de ampliação e foram edificadas novas muralhas de modo a albergar toda vila. Depois da Restauração da Independência foi necessário reforçar o castelo, preparando-o para fogo de artilharia. As obras iniciaram-se em 1645 nas só terminariam no final desse século, já durante o reinado de D. Pedro II. Em 1732, uma violenta trovoada destruiu uma das torres que servia de paiol. A explosão e o incêndio que se seguiu afectaram grande parte da vila. D. João V ordenou a sua reconstrução e delegando esse trabalho no engenheiro militar Manuel de Azevedo Fortes. Actualmente restam apenas duas das seis torres rectangulares da estrutura original. A fortaleza abaluartada seiscentista forma um polígono de dez lados, do qual foram destruídos alguns troços. O sistema é composto por quatro baluartes, seis meios baluartes, quatro revelins e a Porta da Vila. No seu interior conserva-se a Capela do Senhor dos Aflitos, edificada no século XVIII, e a estrutura dos quartéis, cavalariças e algumas habitações.


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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Torre Medieval do Castelo de Arronches

39° 7'25.28"N
7°16'58.38"W
Assunção, Arronches
A Torre Medieval de Arronhes fazia parte do antigo castelo mandado restaurar por D. Dinis em 1310. Uma explosão no paiol e um ataque espanhol provocaram a ruína do castelo.



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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Castelo de Montemor-o-Novo

38°38'32.96"N
8°13'1.67"W
Nossa Senhora da Vila, Montemor-o-Novo
Acredita-se que o Castelo de Montemor-o-Novo tenha origem romana. Conquistado em 1166 aos mouros por D. Afonso Henriques voltou a cair na posse dos mouros durante o Califado Almóada, altura em que foi destruído. Durante o reinado de D. Sancho I, em 1201, o castelo foi reconstruído. No reinado de D. Dinis é construída um novo pano de muralhas. Foi neste castelo que se reuniu o Conselho de Estado que encarregou Vasco da Gama para a missão de descobrir o caminho marítimo para a India. Depois da Restauração da Independência, o castelo sofreu obras de remodelação, tendo sido construídos alguns redutos abaluartados. O terramoto de 1755 destruiu grande parte do castelo e ditou a sua ruína e abandono. No interior das muralhas foi edificado o Convento de Nossa Senhora da Saudação (ver ponto do dia 08-11-2010). Foi classificado como Monumento Nacional em 1951.


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Portugal Património, Almeida e Belo, Circulo de Leitores, 2007
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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Castelo de Vila Nova de Cerveira

41°56'25.27"N
8°44'42.05"W
Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Cerveira
O Castelo de Vila Nova de Cerveira foi mandado construir por D. Dinis por volta de 1320 com o objectivo de proteger a recém criada povoação de Vila Nova de Cerveira. O castelo apresenta planta oval com cerca de 260 m de perímetro. As suas muralhas têm 7,5 m de altura por 2 m de espessura. É defendido por oito torres de secção quadrada. Foi reformado no final do século XV, como comprovam as marcas dos 55 pedreiros que participaram nessa empreitada. Encontram-se intactas as portas de acesso e de recurso, ambas de tipo ogival.


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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Castelo de Alter do Chão

39°11'56.32"N
7°39'30.99"W
Alter do Chão, Alter do Chão
O Castelo de Alter do Chão foi mandado construir por D. Pedro I, em 1359, mas a sua muralha nunca viria a ser concluída. O castelo apresenta planta quadrangular com torre de menagem igualmente de planta quadrangular. Propriedade da Fundação da Casa de Bragança, o castelo foi residência temporária dos monarcas da dinastia de Bragança aquando das suas deslocações a Alter do Chão. Durante o século XX foi utilizado como loja de ferrador, oficina de carpintaria, celeiro, cavalariças e lagar de azeite. As pedras de granito que servem de base ao castelo terão sido aproveitadas de construções romanas. No entanto, Mário Jorge Barroca acredita que estas pedras são característica do período califal, mais concretamente, do governo de Ab-al-Rahman III. Foi classificado como Monumento Nacional em 1910.


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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Castelo de Paderne

37°9'25.58"N
8°12'1.76"W
Paderne, Albufeira
O Castelo de Paderne foi construído no século XI pelos mouros durante a ocupação muçulmana da península ibérica. O castelo fazia parte de uma segunda linha de fortificações, no interior algarvio, e tinha como função a protecção contra o avanço da Reconquista Cristã. O castelo de planta trapezoidal foi construído em taipa de côr avermelhada. Depois de ser conquistado pelas forças portuguesas perdeu importância. Durante o reinado de D. Dinis o castelo foi doado à Ordem de Avis com o intuito de o reabilitar. Mas as preocupações defensivas concentravam-se na orla costeira e na fronteira com Castela, entrando o castelo em decadência. Encontra-se actualmente em ruínas.


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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Alter Pedroso

39°11'15.41"N
7°37'24.14"W
Alter do Chão, Alter do Chão
A aldeia de Alter Pedroso fica localizada a Este de Alter do Chão. Trata-se de uma pequena e bela aldeia com casario tipicamente alentejano. Do seu património salienta-se a igreja de estilo barroco e as ruínas do castelo. No promontório do castelo é possível observar em dias limpos a serra da Estrela.


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sábado, 6 de abril de 2013

Castelo de Alcanede

39°25'1.72"N
8°49'17.43"W
Alcanede, Santarém
O Castelo de Alcanede fica localizado num cabeço sobranceio às ribeiras de Alcanede e de Cuba. O local terá sido provavelmente um castro posteriormente romanizado. Com a chegada dos mouros a fortificação foi tomada e ampliada. Conquistado pelo conde D. Henrique em 1091 voltaria a cair nas mãos dos muçulmanos. Em 1147 é definitivamente conquistado por D. Afonso Henriques. D. Gonçalo Mendes de Sousa o Bom, alcaide-mor do castelo em 1163, teve a responsabilidade de remodelação do castelo e do povoamento e organização da vila. Durante o reinado de D. Sancho I o castelo é doado à Ordem de Évora. No início do século XIV muda de posse para os freires-cavaleiros de Avis. A torre de menagem é construída nesta altura. Durante a Crise de 1383-1385 o castelo apoia as forças do Mestre de Avis. O castelo voltaria a ser alvo de obras de remodelação durante o reinado de D. Manuel. O castelo entra em decadência com o terramoto de 1531 e, perdendo igualmente importância estratégica, entra num estado de ruína. Em 1943, foi classificado como Imóvel de Interesse Público sofrendo obras de consolidação e restauro durante essa década. O castelo apresenta planta oval e possui, para além da torre de menagem, adarve e uma cisterna.


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sábado, 30 de março de 2013

Monte do Castelo de Fraião

41°59'24.31"N
8°32'59.73"W
Boivão, Valença
O Monte do Castelo de Fraião, igualmente conhecido por Castelo da Furna, fica localizado a altitude de 527 e é formado por vários afloramentos graníticos. A protecção natural das grutas existentes, a boa localização sobre o planalto da Serra da Bulhosa e a proximidade à ribeira da Furna e do ribeiro de Fervença fizeram deste local um abrigo natural em tempo de guerra. Acredita-se que terão existido no local diversas construções de madeira e até um castelo medieval. As escavações arqueológicas revelaram vários pedaços de cerâmica, um numisma e ainda uma placa de cinturão medieval.


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Contributo para o estudo do Monte do Castelo de Fraião, Boivão, Valença, Carla Maria Braz Martins, 2003
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sábado, 23 de março de 2013

Castelo de Montemor-o-Velho

40°10'30.66"N
8°41'1.85"W
Montemor-o-Velho, Montemor-o-Velho
De acordo com os vestígios arqueológicos, a ocupação do promontório onde se encontra o Castelo de Montemor-o-Velho remonta a tempos pré-históricos. A primeira fortificação conhecida foi erguida no século IX por ordem de um alcáçar árabe. Durante a Reconquista Cristã o castelo foi conquistado por Almaçor em 990, voltando para posse dos cristãos em 1006, por Mendo Luz. De novo tomado pelos mouros foi definitivamente conquistado por Fernando Magno em 1064. No final do século XI o castelo foi reconstruído por Afonso VI de Castela, altura em que se data a base da torre de menagem e as duas fortes torres junto à Porta do Rosário. É igualmente neste século que é construída a Igreja da Alcáçova. Nos primórdios do reino de Portugal, o Castelo de Montemor-o-Velho fazia parte com os castelos de Miranda, Penela, Soure e Santa Eulália do sistema de defesa da cidade de Coimbra. No século XI ou XII foi construído o Paço das Infantas, local onde foi decidida a morte de Inês de Castro. No século XIV, o castelo voltou a sofre obras de remodelação, sendo provavelmente desta época a barbacã e a cintura de muralhas a Norte. Em Maio de 1875, Damião Luís de Carvalho comprou o cercado Norte, incluindo a Capela de S. João, por 16$000. A torre do relógio foi construída em 1877. No século XX foram efectuadas várias campanhas de beneficiação do castelo. Na década de 1990 foi construída nas ruínas que restavam do Paço das Infantas uma casa de chá da autoria do arquitecto João Mendes Ribeiro.


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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Castelo de São Sebastião

38°39'6.64"N
27°12'43.66"W
Angra (Nossa Senhora da Conceição), Angra do Heroísmo
O Castelo de São Sebastião fica localizado a Este da baía de Angra, do lado oposto ao castelo de São João Baptista. A construção da fortaleza iniciou-se em 1555. É guarnecida por 14 canhoneiras que conjuntamente com o fogo do Castelo de São Sebastião protegiam a baía de Angra. A sua única entrada a Norte está protegida por dois corpos avançados. Foi ocupado pelas tropas castelhanas do Marquês de Santa Cruz em 1583. Depois da Restauração da Independência, a fortaleza foi recuperada pelo capitão Manuel Jacques de Oliveira e a sua companhia da Ribeirinha. No século XIX, o Castelinho, designação como é igualmente conhecido o castelo, funcionou como hospital de quarentena. Em 1964 foi o posto de Comando de Defesa Marítima e a Capitania do Porto de Angra. Em 2006 foi remodelado e transformado em hotel, integrado na rede de Pousadas de Portugal.


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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Castelo de Guimarães

41°26'52.45"N
8°17'25.45"W
São Sebastião, Guimarães
Para comemorar o ponto 1000 visitamos um dos pontos mais simbólicos de Portugal. O Castelo de Guimarães remonta ao tempo de Mumadona Dias, século X, que ordenou a sua construção com o objectivo de proteger o Mosteiro de Santa Maria de Guimarães. Da primitiva construção nada se sabe. Na centúria seguinte, o Conde D. Henrique estabelece a sua corte em Guimarães. O castelo é alvo de obras de remodelações que continuam pelo século XII. A majestosa torre de menagem é construída na segunda metade do século XIII. A mudança das tácticas de guerra, com a introdução de peças de artilharia provoca o início da decadência do castelo. Entre os séculos XVI e XVII funcionou como prisão, palheiro real e pedreira. Em 1836, dado o avançado estado de ruína chegou-se a ponderar aproveitar as suas pedras para ladrilhar as ruas de Guimarães. Cento e um anos depois o castelo é finalmente alvo de obras dirigidas pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. O projecto de recuperação é dirigido pelo arquitecto Rogério de Azevedo. O castelo é inaugurado a 4 de Julho, no âmbito das Comemorações do VIII Centenário da Fundação da Nacionalidade. Foi classificado Monumento Nacional em 1910.


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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Castelo de Viana do Alentejo

38°19'55.69"N
8°0'5.87"W
Viana do Alentejo, Viana do Alentejo
Apesar de mandado construir por D. Dinis, o Castelo de Viana do Alentejo terá sido apenas construído nos finais do século XV ou inícios do século XVI. É composto por cinco cortinas de muralhas e cinco torreões cilíndricos nos vértices. O torreão mais alto corresponde a torre de menagem que funciona igualmente como torre sineira. No seu interior foram edificadas duas igrejas, a Matriz e a da Misericórdia. A muralha é aberta por duas portas; a porta da Matriz a Sul, e a porta da Misericórdia, a Noroeste.


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