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terça-feira, 20 de março de 2012

Pomarão

37°33'22.49"N
7°31'29.46"W

Santana de Cambas, Mértola
A aldeia do Pomarão fica localizada na margem esquerda do rio Guadiana, na confluência do rio Chança. A sua história está ligada à história das Minas de São Domingos, sendo que era deste porto que era escoado o minério com destino a Inglaterra. Para ligar Pomarão à mina foi construída uma linha de caminho-de-ferro.



PPPP

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Villa Romana do Montinho das Laranjeiras

37°24'16.33"N
7°27'37.96"W

Alcoutim

As ruínas da Villa Romana do Montinho das Laranjeiras foram reveladas aquando da grande cheia de 1876 que colocou a descoberto os vestígios. A sua localização privilegiada junto ao rio Guadiana fazia deste local um importante entreposto comercial entre a foz e as povoações de Mértola e Mérida. Os vestígios levam a crer que a ocupação se iniciou no século I mas prolongou-se até à Alta Idade Média. Para além de várias residências, armazéns e infra-estruturas portuárias, existia no local uma basílica visigótica. Construído no século VI, este templo sofreu diversas alterações no período de ocupação muçulmana transformando depois numa necrópole na Idade Média.



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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Ribeira de Odearce

38°5'10.36"N
7°39'26.97"W

Vidigueira, Cuba e Beja

A ribeira de Odearce nasce a Norte de Beja, a cerca de 230 m de altitude, e desenvolve-se ao longo de aproximadamente 33 km, na direcção Sudoeste-Nordeste. A sua classificação decimal no Indicie Hidrográfico é 401 60 e tem como principais afluentes as ribeiras de São Pedro e de Selmes. A bacia hidrográfica da ribeira de Odearce é limitada a Norte pelas bacias hidrográficas das ribeiras de Odivelas e Marmelar, a Oeste pelas bacias hidrográficas das ribeiras de Figueiras e a Sul pelas bacias hidrográficas das ribeiras do Roxo e da Cardeira. A bacia hidrográfica da ribeira de Odearce apresenta uma área de 380,8 km2. A altitude média é igual a 177 e apresenta um declive médio de 1,90%.



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sábado, 2 de outubro de 2010

Fortaleza de Juromenha

38°44'16.39"N
7°14'24.22"W

Juromenha, Alandroal

Situada sobre o rio Guadiana na fronteira com Espanha, a fortaleza de Juromenha desempenhou um grande papel na defesa da nacionalidade portuguesa. A origem deste povoado remonta à ocupação romana, sendo ocupado pelos mouros em meados do século IX. Em 1167 a povoação foi conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques mas voltaria ao seu poder no final do século XII. Corria o ano de 1242 quando foi definitivamente reconquistada por D. Paio Correia, Mestre da Ordem de Santiago. Em 1312 recebeu foral de D. Dinis que ordenou igualmente a reconstrução do seu castelo. Sob projecto de Nicolau Langres o castelo foi transformado em fortaleza, tendo a obra ficado concluída em 1658. Tragicamente, um ano depois da sua conclusão, o seu paiol explodiu ceifando a vida à sua guarnição. Foi conquistada pelo exército espanhol de D. João de Áustria, com ajuda preciosa das plantas fornecidas por Nicolau Langres, no ano de 1662. Voltaria ao domínio português em 1668. A sua cidadela foi devastada pelo grande terramoto de 1755. Aquando da Guerra das Laranjas, a fortaleza foi tomada pelo comandante-chefe do exército espanhol Manuel de Godoy. No início do século XX a peste bubónica tomou conta do povoado. No seu interior foram edificadas duas igrejas, a da Misericórdia e a Matriz, a cadeia, os antigos Paços do Concelho cuja fachada ruiu em 1930, a antiga cisterna de planta quadrangular. Existem ainda diversas ruínas pertencentes ao aglomerado urbano.



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