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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Minas de São Martinho de Angueira

41°39'37.46"N
6°19'58.37"W
São Martinho de Angueira, Miranda do Douro
As Minas de São Martinho de Angueira são um conjunto de várias minas que operam entre meados das décadas de 1850 e 1990. Do solo extraía-se minério de Estanho e Volfrâmio.

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Minas do Pejão

41°0'19.70"N
8°19'7.58"W
São Pedro do Paraíso, Castelo de Paiva
A exploração do Couto Mineiro do Pejão iniciou-se em 1859, mas as primeiras concessões foram dadas em 1884. Entre 1908 e 1917, a exploração do couto era efectuada pela Companhia Portuguesa de Carvão e pela Anglo-Portuguesa Colliers. Durante a Grande Guerra as minas atravessaram um período de grande desenvolvimento apesar. Para além da exploração em Pejão, faziam parte deste couto mineiro as minas localizadas em Folgoso, São Domingos, Arda, Serrinha, Paraduça e Germunde, num eixo com cerca de 10 km entre Alto de Pejão e Germunde. Em 1917 foi fundada a ECM – Empresa Carbonífera do Douro. Em estado de falência, a ECM foi adquirida por um grupo belga em 1933. Em 1977 foi comprada pelo Estado Português. As minas foram encerradas a 31 de Dezembro de 1994.


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http://bandpejao.blogspot.pt
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domingo, 4 de novembro de 2012

Minas de Everdosa

41°43'44.86"N
7°5'36.13"W
Everdosa, Vinhais
As primeiras referências à Mina de Ervedosa, também conhecida por mina do Tuela, remontam a 1857. Os minérios extraídos eram o estanho e arsénio. Em 1908 a sua concessão é atribuída à empresa belga Société des Mines d’Étain d’Ervedosa. Em 1920 passa a ser explorada por uma empresa inglesa Ervedosa Tin Mines mas apenas por mais 8 anos, passando depois para as mãos de antigos funcionários da mina. A sua exploração cessou em 1969. Em 2007 foram efectuados novos trabalhos de prospecção pela Empresa Mining Technology Investiments.


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O passado mineiro e o presente, na região de Rebordelo, Ervedosa e Murçós, Ciência Viva
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sábado, 1 de setembro de 2012

Minas da Borralha

41°39'19.51"N
7°59'0.54"W
Salto, Montalegre
A exploração de minério junto à aldeia de Borralha iniciou-se no século XIX, com a recolha superficial e a extracção em afloramentos de filões e zonas aluvias. Na primeira década do século XIX a exploração é entregue à "Compagnie des mines d'étain et de wolfram". Durante a 2ª Guerra Mundial as minas aumentam a sua produção. No pós-guerra as minas entram num período de crise e só em 1963 as minas voltam a produzir. Em 1978 as minas são entregues a uma empresa anglo-americana. A exploração das minas terminou em 1986. 

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Reabilitação das Instalações Industriais da Antiga Mina da Borralha, J. Fernandes de Sousa, 2010
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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Minas de Rio de Frades

40°52'30.10"N
8°11'17.47"W
Cabreiros, Arouca
O antigo couto mineiro de Rio de Frades era composto por várias minas de onde era extraído volfrâmio. Durante as Grande Guerra e a Segunda Guerra Mundial as minas foram exploradas pela Companhia Mineira do Norte de Portugal, pertencente a alemães. Foram igualmente exploradas pela Companhia Portuguesa de Minas, que na realidade pertencia a ingleses. Considerada a terceira área mineira mais importante, a seguir às minas da Panasqueira e da Borralha, as minas chegaram a empregar mais de 3000 pessoas.


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Valorização do património geomineiro da Serra da Freita, A. Moura, 2005
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Minas de Moncorvo

41°10'53.34"N
6°57'29.72"W
Felgar, Torre de Moncorvo
As Minas de Moncorvo ficam localizadas na vertente Nordeste da serra do Reboredo, próximas da povoação de Carvalhal. Acredita-se que a exploração do minério de ferro neste local remonta a períodos anteriores à ocupação romana, tendo cessado no século XVIII. Em 1951 foi fundada a empresa Ferrominas, com o objectivo de iniciar a extracção de minério de ferro em grande escala. A exploração voltar a cessar em 1986.


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www.torredemoncorvo.pt
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sábado, 24 de março de 2012

Minas de Castromil

41°9'18.44"N
8°23'21.75"W

Sobreira, Paredes
A exploração de ouro das Minas de Castromil remonta à ocupação romana. A extracção era efectuada com desmonte a céu aberto, em galerias subterrâneas e em concavidade nas rochas, popularmente designadas por Covas de Castromil.



fonte: www.roteirodeminas.pt
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Parque Mineiro da Cova dos Mouros

37°24'13.28"N
7°43'5.09"W

Vaqueiros, Alcoutim
O Parque Mineiro da Cova dos Mouros localiza-se perto do lugar de Vaqueiro. A extracção de cobre neste local remonta à época do Calcolítico cessando depois da ocupação romana. Foi identificado um poço principal, com cerca de 30 m de profundidade, de onde era extraído o minério. A não se encontra aberta ao público, visto ser a “casa” de uma comunidade de morcegos. No entanto o resto do parque encontra-se aberto ao público. Ao entrar no parque os visitantes são “transportados” para tempos do Calcolíticos e vivem a evolução da actividade mineira passando pela Idade do Ferro, Idade do Bronze até à ocupação romana.


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fonte: http://minacovamouros.sitepac.pt/
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Mina de Santo António

41°1'8.41"N
7°24'27.92"W

Granja, Penedono

A Mina de Santo António fica localizada na encosta da Serra da Laboreira junto à ribeira da Granja. Juntamente com as minas de Vieiros, Dacotim e Quinta da Ribeira, esta mina de ouro fazia parte do conjunto das minas de Penedono. As minas foram pela primeira vez exploradas superficialmente pelos romanos, provavelmente durante os séculos I e ID.C.. Só em 1939 as minas voltaram a ser exploradas pela Companhia de Minas de Ouro de Penedono. O processo de exploração na mina de Santo António era efectuado com recurso a abertura de galerias, poços e chaminés. Em 1957 a actividade mineira cessou. Em 1984 a concessão transitou da Companhia de Minas de Ouro de Penedono para a CAULINORTE – Companhia Nacional de Caulinos que explorou a mina entre 1984 e 1987. Durante este período a mineração era efectuada por lixiviação do minério existente nas escombreiras e o ouro era obtido pelo processo de copelação.



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fonte: Estudos de caracterização de áreas mineiras degradadas:proposta de metodologia com aplicação à área mineira de Santo António, Penedono, M. Roque, 2009
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Minas de Neves Corvo

37°34'22.09"N
7°58'27.65"W

Santa Bárbara de Padrões, Castro Verde

A Mina de Neves Corvos, com mais de 160 km de galerias subterrâneas, explora a parte ocidental da Faixa Piritosa Ibérica. Apesar de ter sido descoberta em 1977, só em 1898 é que se deu inicio à extracção de cobre. Em 2006 iniciou-se a extracção de zinco sendo interrompida dois anos mais tarde. O acesso ao seu interior é feito por um poço vertical com 5 m de diâmetro e uma rampa para a superfície. Detida pela Somincor - Sociedade Mineira de Neves-Corvo, faz parte desde de 2006 do grupo internacional Lundin Mining Group.



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fonte: www.lundinmining.com
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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Minas de São Pedro da Cova

41°9'20.04"N
8°30'12.57"W

São Pedro da Cova, Gondomar

A descoberta de carvão em São Pedro da Cova remonta aos finais do século XVIII. A exploração desta área mineira atinge o seu auge no início do século XX, extraindo 330 mil toneladas por ano. A exploração cessa no início da década de 1970. Entre 2001 e 2002 foram depositados nas suas escombreiras resíduos supostamente inertes resultantes do despoeiramento dos gases do forno eléctrico da Siderurgia Nacional. Em Março de 2010, o Cavalete de São Vicente foi classificado como monumento de interesse público.



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fonte: www.jn.pt e www.publico.pt
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sábado, 27 de agosto de 2011

Minas dos Carris

41°48'42.37"N
8°2'41.86"W

Cabril, Montalegre

As Minas dos Carris localizam-se em pleno Parque Nacional da Peneda Gerês. A uma altitude de 1500 m, longe de tudo e todos, as minas dos Carris exploraram volfrâmio no coração da Serra do Gerês. A exploração iniciou-se durante a II Guerra Mundial e terminou na década de 1970. Subsistem no local as ruínas dos edifícios de habitação, infra-estruturas apoio e um açude.



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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Minas de Aparis

38°7'28.02"N
7°4'44.98"W

Barrancos, Barrancos

Descobertas no século XIX, as Minas de Aparis foram exploradas até 1975, altura em que foram retirados do seu interior os últimos minérios de cobre. No início da sua actividade as minas foram concessionadas a uma empresa portuguesa mas em 1920 mudaram para mãos inglesas. Entre 1953 e 1969, as minas voltaram a ser propriedade do estado. Nessa altura foram desenvolvidos diversos estudos de viabilidade e aprofundados os seus poços. Até ao final da sua actividade, as Minas de Aparis foram exploradas pela empresa Minerália. Os poços chegaram a atingir 200 m de profundidade. À superfície foi construído um bairro para os mineiros e ainda uma escola e um posto médico.



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fonte: Portugal Património, Almeida e Belo, Circulo de Leitores, 2007
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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Minas do Vale de Abrutiga

40°20'4.78"N
8°6'21.59"W

Ázere, Tábua

As Minas do Vale de Abrutiga foram exploradas entre os anos de 1982 e 1989. Da sua exploração era extraído minério de urânio. A área mineira foi recentemente recuperada.



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quinta-feira, 10 de março de 2011

Complexo Mineiro Romano de Tresminas

41°29'37.96"N
7°31'4.94"W

Tresminas, Vila Pouca de Aguiar

Uma das mais importantes explorações mineiras romanas de Portugal fica localizada perto de Tresminas. Iniciada durante o reinado de Augusto (27a.C. - 14d.C.), prolongando-se até à época de Sétimo Severo, a exploração mineira desta região era feita a céu aberto, em forma de trincheiras. No fundo das trincheiras existem ainda entradas para galerias subterrâneas. O complexo mineiro é constituído pelas cortas da Ribeirinha, corta de Covas e corta de Lagoínhos, onde do seu interior era extraído ouro. Na povoação de Tresminas é possível visitar o Centro de Interpretativo de Tresminas.



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fonte: www.roteirodeminas.pt
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Minas da Freixeda

41°24'47.60"N
7°6'14.43"W

Freixeda, Mirandela

Exploradas pelos romanos na procura de ouro, as Minas da Freixeda foram mais recentemente exploradas pelo arsénio e volfrânio existente nas suas jazidas. Em 2007 foram alvo de obras de recuperação ambiental.



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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Minas da Urgeiriça

40°30'50.60"N
7°53'41.32"W

Canas de Senhorim, Nelas

Em 1912 deu-se a descoberta de urânio com alto teor de rádio no lugar de Urgeiriça. Três anos depois inicia-se a sua exploração, a cargo de uma empresa concessionária inglesa. Em 1945 para além da extracção de urânio, no local era possível preparar o sulfato de rádio, recebendo também matéria-prima de outras minas da região da Guarda. Com o encerramento das minas tornou-se imperativo a sua recuperação ambiental. Em Abril de 2008 terminaram as obras de confinamento e selagem do depósito de resíduos no local da Barragem Velha. Posteriormente foi também requalificada a antiga zona dos Valinhos, onde em tempos se sedeava um dos mais importantes poços de extracção de urânio.



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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Minas de Rosalgar

37°46'24.79"N
8°41'52.56"W

Vila Nova de Milfontes, Odemira

Cercal, Santiago do Cacém

As Minas de Rosalgar, juntamente com as minas de Serra de Mina e de Serra de Tulhas, ficam localizadas na Serra do Cercal. A actividade mineira nesta região remonta à época romana mas é em 1874 que se registam os primeiros arquivos. Nessa altura destaca-se a descoberta de barita (sulfato de bário), manganês e manganite. Na década de 1960 maior parte do fornecimento à Siderurgia Nacional é proveniente destas minas. Com o encerramento das minas no final da década de 1990, as galerias das minas foram tomadas por morcegos, fazendo delas o seu habitat.



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terça-feira, 17 de agosto de 2010

Minas da Panasqueira

40°10'9.86"N
7°45'28.18"W

São Jorge da Beira e Aldeia de São Francisco de Assis, Covilhã

A exploração mineira do maior filão de estanho e volfrâmio da Penísula Ibérica fica situada na vertente Sul da Serra da Estrela, a cerca de 700 m de altitude. Foram registadas em 1886 na Câmara Municipal da Covilhã, mas só em 1894 o rei D. Carlos assinou o diploma de concessão da exploração de volframite. Em 1942-1943, a mina antigiu a produção de 2083 toneladas de volframite e 44 toneladas de cassiterite, empregando perto de 3000 trabalhadores. A exploração mineira é efectuada com recuros a câmaras verticais que chegam a atingir os 400 m de profundidade.




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domingo, 4 de julho de 2010

Minas de Aljustrel

37°51'57.35"N
8°9'31.67"W

Aljustrel
A actividade mineira junto a Aljustrel, nos filões de São João e Algares, remonta ao período de ocupação romana. Em 1845 inicia-se a exploração moderna da mina a cargo de Sebastião de Gargamala. Depois de várias concessões e vários donos as minas são nacionalizadas em 1975. A pequena vila de Aljustrel chegou a ser a casa de 2000 operários. Apesar de o rico chapéu de São João permitir a exploração a céu aberto, foram também usados poços e galerias que chegaram a atingir os 425 m de profundidade.


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