terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Livraria do Mondego
domingo, 17 de novembro de 2013
Moinhos de Gavinhos
terça-feira, 7 de maio de 2013
Praia Fluvial do Vimieiro
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Barragem da Raiva
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Penedo do Castro
8°17'15.85"W
Penacova, Penacova
Inicialmente chamado Penedo da Cheira por se localizar por cima desta povoação, o seu nome foi alterado em 1908 de forma a homenagear escritor Augusto Mendes Simões Castro. Do seu topo podemos desfrutar de uma bela vista sobre Penacova e do rio Mondego.
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PPPP
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Mosteiro de Santa Maria de Lorvão
8°19'2.63"W
Lorvão, Penacova
Pensa-se que o Mosteiro de Santa Maria de Lorvão terá sido fundado no século VI. Alguns autores atribuem ao abade Lucênio, bispo de Conímbriga, a sua fundação, outros à reconquista cristã de Coimbra pelo conde Hermenegildo em 878. Com a conquista absoluta de Coimbra em 1064, o mosteiro cresceu e recuperou o seu prestígio antes da investida muçulmana de 987. Em 1109, o Conde D. Henrique doou o mosteiro ao Bispo de Coimbra. No inicio do século XIII, por iniciativa de D. Teresa, filha de D. Sancho I, o mosteiro passou para a Ordem de Cister. Pouco tempo depois, D. Teresa, vendo o seu casamento anulado com Afonso IX de Leão, veio para o mosteiro, e introduziu a congregação feminina. A revolução liberal trouxe a extinção de todas as ordens religiosas. No ano de 1834, foi proibido ao Mosteiro de Santa Maria de Lorvão receber noviças. A última monja morreu a 8 de Julho de 1887. O mosteiro ficou abandonado até ser restaurado pela Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. O dormitório foi ocupado pelo hospital psiquiátrico, integrando agora o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra. Num dos seus altares encontra-se uma imagem do séc. XIV de Santa Maria de Lorvão, também conhecida por Nossa Senhora da Vida.
domingo, 11 de julho de 2010
Barragem da Aguieira
8°11'49.01"W
Almaça, Mortágua
Travanca do Mondego, Penacova
A Barragem da Aguieira, concluída em 1981, fica situada no rio Mondego perto da povoação de Travanca do Mondego e tem como funções a produção de energia eléctrica, controlo de cheias, abastecimento de água e rega.. Trata-se de uma barragem de betão de múltiplos arcos com uma altura de 89 m. Os descarregadores de tempestade, localizados sobre o corpo da barragem, são controlados por duas comportas de segmento. O caudal máximo descarregado é de 2080 m3/s para um período de retorno de 1000 anos. A central hidroeléctrica é constituída por três grupos Francis turbinas-bombas que permitem devolver a água à albufeira da Aguieira nas horas de vazio. O retorno de água só é possível devido à existência da barragem da Raiva a jusante da Aguieira.
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