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A Praia Fluvial da Quinta do Alamal localiza-se na margem esquerda do rio Tejo na zona de influência da albufeira da barragem de Belver. Do seu areal vislumbra-se o fantástico castelo de Belver. Considerada uma praia acessível a todos, perdeu em 2009 a Bandeira Azul visto que as análises efectuadas à água não correspondiam ao que é exigido pelo critério da qualidade da água balnear.
A Central Termoeléctrica do Pego localiza-se no centro do país, perto de Abrantes. A sua construção iniciou-se em Novembro 1989 com o começo da montagem do 1º Gerador de Vapor e terminou apenas em 1995. A refrigeração é efectuada com água captada no rio Tejo. Em 1993 foi comprada por um consórcio internacional. Actualmente é gerida pela Tejo Energia.
.A ponte sobre o rio Tejo em Belver foi construída entre os anos de 1903 e 1906 pela Empresa Industrial Portuguesa. Trata-se de uma estrutura metálica apoiada em pilares e encontros de alvenaria. Integrada na Estrada Nacional 234, a ponte tem um comprimento de cerca de 239 m. Permite a ligação entre as freguesias de Belver e Gavião.
A aldeia pitoresca de Arripiado fica localizada na margem esquerda do rio Tejo, a cerca de 1,3 km a jusante do castelo de Almourol. O seu nome deve-se a uma lenda onde não faltam cavaleiros e belas donzelas. A donzela era Ari, a bela filha de Ibne Baqui, poderoso muçulmano e da sua mulher, Fata. Destina a casar com um velho tio, Ari confessou aos seus pais o seu amor por Mem Roderico. Ibne Baqui ordenou que a sua filha fosse fechada na mais alta torre da fortaleza devidamente peada, isto é, amarrada pelos pés e impedida de fugir. Sabendo por uma pomba branca da morte do seu amado a mando do seu pai, a alma de Ari deixou o seu corpo e voou no corpo da pomba branca, poisando na campa de Roderico. Com o passar do tempo a “Aripeada", ficou a memória que deu o nome à povoação.
A Torre de Controlo do tráfego marítimo do Porto de Lisboa foi construída entre 1997 e 2001. Projectada pelo arquitecto Gonçalo Byrne, a torre apresenta-se inclinada sobre o rio Tejo. Parte da fachada da torre encontra-se coberta com um revestimento metálico cobreada; o último terço é revestido a vidro e envolvido numa estrutura de ferro em quadrícula.
Inserido no Maciço Antigo, nas suas arribas e vales predominam a azinheira, o sobreiro, o medronheiro o alecrim a aroeira e o rosmaninho. No que respeita à sua fauna é possível avistar várias espécies de ave, alguma com estatuto de “em perigo”, como a cegonha-preta, o abutre-preto e a águia-real. Tanto o seu troço troço internacional como alguns dos vales dos seus afluente fazem parte do Parque Natural do Tejo Internacional, que abrange uma área de 26 500 ha.
.38°41'54.00"N
O Forte de Santo António da Barra foi construído em 1590, por ordem de D. Filipe I, com o objectivo de fortificar a barra do Tejo. Projectado pelo engenheiro napolitano Padre Giovanni Vincenzo Casale, o forte apresenta uma planta estrelada irregular com dois baluartes agudos. No seu interior encontram-se as casernas e uma casa forte quadrada, com capela, protegidas com uma segunda muralha constituída igualmente por dois baluartes. Depois da restauração da independência o forte foi alterado de modo a reforçar o poder de fogo existente. Já no século XX foi reconvertido a residência de Verão do Presidente do Concelho. Actualmente o forte acolhe a colónia de férias do Instituto de Odivelas.
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fonte: www.igespar.pt
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Localizado a cerca de 1010 m de altitude, este padrão marca o ponto de intersecção de três importantes bacias hidrográficas do território continental. Para Este nasce o rio Noémi, afluente do rio Côa, para Norte nasce um pequeno afluente da ribeira do Caldeirão e para Sul nasce a ribeira de Santo António, afluente da ribeira de Gaia que por sua vez é afluente do rio Zêzere.
Um tesouro bem guardado na margem esquerda do Tejo. Escaroupim é uma aldeia piscatória, onde se pode ver o modo de vida dos avieiros. Longe dos tempos áureos, as embarcações de cores garridas descansam e fazem parte desta paisagem única.
Confundidos com os alicerces de uma ponte romana, este conjunto de 16 pilares foram edificados em 1811 e faziam parte de uma ponte de barcas.
O Farol do Bugio encontra-se instalado no forte do Bugio, também conhecido por forte de São Lourenço. Este forte integrava o sistema defensivo de forte na barra do rio Tejo. As obras para a construção do forte foram iniciadas em 1586 mas só terminaram após a restauração da independência portuguesa. Em 1640 o forte ainda não estava concluído mas já tinha armamento e guarnição. O seu governador na altura era o capitão espanhol João Carrilho Rótulo, o qual entregou o forte às forças portuguesas sem resistência. O farol viria a ser instalado em 1775 por via do alvará pombalino com força de lei de 1758. Em 1836 foi montado um novo aparelho que produzia eclipses de 3 em 3 minutos e durando os clarões 10 segundos. O farol era iluminado por 16 candeeiros de Argand equipados com reflectores parabólicos, tendo um alcance de 16 milhas. Consumia cerca de 12 litros por dia de azeite. Em 1895 foi substituído por um aparelho lenticular dióptrico de 3ª ordem trabalhando já a petróleo. Em 1933 passou a utilizar o gás como fonte de energia e em 1946 a incandescência a vapor de petróleo. No último dia do ano de 1959 começou a funcionara a electricidade, graças à instalação de dois grupos electrogéneos. Em 1994 foi instalada uma lanterna omnidireccional de 300 mm de luz eclipsada, e um novo sinal sonoro, passando a funcionar com energia solar. Na década de 90, com estado de degradação das muralhas do forte, devido à forte exposição à violência das vagas, o farol esteve perto da sua total ruína. Actualmente emite relâmpagos de cor verde com um período de 5 segundos e alcance de 21 milhas.
A aldeia do Reguengo do Alviela é geralmente a primeira aldeia a ser afectada pelas cheias do Tejo. A sua localização num ponto alto faz com que as habitações não sejam afectadas mas os seus acessos ficam intransitáveis. Em períodos de cheia são os Bombeiros Voluntários de Pernes que colocam à disposição da população barcos que permitem fazer as viagens necessárias para levar à povoação os bens essenciais e para transportar os que necessitam de sair da aldeia, nomeadamente para consultas médicas.